sábado, 4 de dezembro de 2010

Trabalho Voluntário

O lema do Ramo Pioneiro é SERVIR. Todas as nossas atividades visam o próximo e o grande retorno que temos é saber que estamos cumprindo nosso dever e fazendo alguem feliz. Afinal, isso é o escotismo, estamos sempre alerta para ajudar o próximo em toda e qualquer ocasião e realizamos diariamente uma boa ação. Afinal não é todo dia que você irá deparar-se com 200 jovens dispostos a passar um fim de semana limpando praças, construindo brinquedos, entretendo idosos e crianças. Muitas pessoas chegam até a estranhar, ficam com uma 'pulga atrás da orelha'. Outras dizem que isso não é valido pois é feito só de vez em quando...



É, ouvi isso essa semana apresentando um trabalho na aula sobre trabalho voluntário. Estavamos comparando diversos grupos de jovens e entidades assistenciais que trabalham em prol do próximo. E uma colega comentou que 'sem desmerecer o escotismo, mas fazer uma coisa la vez ou outra não tem muito significado'. No primeiro momento eu pensei, essa pessoa não conhece o escotismo. Pode ser que Mutirões, por exemplo, aconteçam apenas uma vez por semestre. Porém, o Escotismo ensina boas maneiras para a vida. Não é porque nos reunimos uma vez a cada seis meses que isso significa que no resto do tempo não fazemos nada... O Escoteiro está diariamente 'alerta', ajudando o próximo. Seja auxiliando alguem no trabalho, dando informações para um estranho, guardando o lixo dentro da mochila para quando chegar em casa ver o quanto guardou - ao contrário de muitos que jogam na rua como se lá fosse o lugar certo - o escoteiro, desde pequeno, aprende que ajudar o próximo sem receber nada em troca é o que vai fazer dele uma pessoa diferente das demais.




Não é a toa que para todos serem 'oficialmente' escoteiros, nós Prometemos em frente a todo o Grupo "obedecer a Lei do Lobinho e praticar todos os dias uma boa ação" - "ajudar o próximo em toda e qualquer ocasião e obedecer à Lei Escoteira". E agora você deve estar se perguntando onde quero chegar com isso? Então... a época de Pioneiro é dificil o pessoal se manter no Grupo. As pessoas começam faculdade, trabalho, a gente cresce... Mesmo que 70% das pessoas quisessem continuar na Sênior até os 21, isso não acontece. Hehehe! Essa semana me deparei com dois links no Twitter com matérias bem interessantes, e acho ser bem proveitoso posta-las aqui no Blog do Clã. Afinal falam desse período de conseguir emprego, estágios e também fala sobre a importância do trabalho voluntário.

Voluntariado pega bem no currículo', diz professora

Empresas voltam seus olhos para jovens com consciência social

Em entrevista, a professora de gestão de pessoas da Escola de Administração da FGV Beatriz Maria Braga afirma que universitários que desenvolvem atividades voluntárias podem conseguir uma colocação profissional melhor.

Qual a importância de o universitário fazer trabalho voluntário?
Ele desenvolve habilidades que não necessariamente seriam aperfeiçoadas no estágio ou na aula. Alunos muito focados na empresa, em resultados, aprendem a olhar os problemas do ponto de vista dos outros. Essa sensibilidade ajuda a fazer análises mais completas.

Qual a participação das empresas nesse processo?
É cada vez mais comum as companhias perguntarem, em seleções de estágio e trainee, se os candidatos fazem algum tipo de atividade extracurricular. O estudante ganha pontos, pega bem no currículo.

Como o jovem pode começar?
A escola e os pais têm papéis importantes a cumprir, para a criança compreender a importância do trabalho voluntário desde cedo. Há uma conscientização maior de que não dá para esperar tudo do governo.

Estado de São Paulo, 30 de Novembro. Original


Tempo bem aproveitado

Universitários trocam estágio por atividades voluntárias;
prática começa a ser valorizada em processos seletivos

A estudante de Administração da PUC-SP Carolina Rodrigues, de 20 anos, dedicou uma hora de todas as tardes de terças-feiras este ano para alfabetizar uma funcionária da limpeza da universidade. Perda de tempo? Não para Carolina, que desde a escola procura fazer atividades voluntárias.

“É uma experiência gratificante, porque você faz a diferença na vida de alguém”, diz a professora do Projeto Alfabetização, da PUC Junior. “Alfabetizar a Maria, do Almoxarifado, foi como lhe apresentar um mundo novo.”


Prática comum entre os jovens americanos, o trabalho voluntário ainda não tem muito espaço na agenda de universitários brasileiros nem é algo de destaque no currículo, embora as empresas, aos poucos, comecem a prestar atenção nos candidatos a vagas de trainee e estágio que fazem esse tipo de atividade.

Nada disso desestimula gente como a aluna de Letras da USP Jéssica Oliveira, de 21 anos. Por seu trabalho na favela São Remo, vizinha à Cidade Universitária, ela passou quatro meses na Alemanha, com todos os custos pagos, conhecendo projetos de entidades civis.

Voluntária do Projeto Alavanca, focado na formação de líderes comunitários, Jéssica voltou da Europa com a função de implantar em uma escola pública no Jardim Bonfiglioli, na zona oeste, a metodologia de ensino experimental.

“O voluntariado foi melhor do que se eu tivesse estagiado em uma editora. Aprendi muito mais”, diz. O Voluntário veterano. O bancário Hiroki Shimizu, de 30 anos, entrou para a Aliança Beneficente Universitária (Abeuni) há 11 anos, quando era calouro de Publicidade e Propaganda da Cásper Líbero.

Hiroki hoje preside a entidade formada por cerca de 200 pessoas, entre universitários e profissionais de diferentes áreas. “Entrei na Abeuni procurando oba-oba. Mas a vivência na associação me ensinou a dar valor às coisas.”

A principal ação da entidade são as caravanas da saúde em regiões carentes da Grande São Paulo. Em parceria com prefeituras, os voluntários passam nove dias dos meses de janeiro e julho realizando atendimentos médicos, odontológicos e orientando a população sobre prevenção a doenças.

Estado de São Paulo, 30 de Novembro. Original

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Servir! (Y)


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terça-feira, 16 de novembro de 2010

Aniversário do Taquató



No fim de semana dos dias 13 e 14 de Novembro ocorreu em São Sebastião do Caí o Acampamento de Aniversário de 50 anos do Grupo Escoteiro Taquatós. O Grupo Escoteiro Baden Powell foi representado por membros do Clã Pioneiro Zumbi. O Pioneiro Tainã escreveu uma pequena homenagem ao Grupo.

Ao Grupo Escoteiro Taquató

50 primaveras de vida.
O que seria 50 anos de história sem histórias?
Histórias boas, histórias ruins, histórias.
Histórias de acampamentos
Histórias de bivaques
Histórias de atividades
Histórias sozinhas, de uma pessoa só
Histórias em grupo, grupo de pessoas
De apaixonados pelo escotismo
Que carregam consigo 50 anos de história
De amizade fraterna e acima de tudo
De uma família
Que nunca negou ajuda ao próximo;
Que todo dia faz uma boa ação
E eu tenho orgulho de conhecer.
A família Taquató fica meu MUITO OBRIGADO
Por existirem.
Que nossa amizade nunca acabe
A corrente nunca se rompa
E sejamos irmãos de ideal para sempre
“UMA VEZ ESCOTEIRO SEMPRE ESCOTEIRO”
“...Bem cedo junto ao fogo, tornaremos a nos ver...
Tainã Pons Mazzotti, Pioneiro, Clã Zumbi - Grupo Escoteiro Baden Powell 179 RS


Que a força esteja com vocês, Pioneiros do Taquatós! (Não podia perder de fazer essa...) xD E aproveitando o momento de aniversário, damos parabéns ao Grupo Escoteiro Guia Lopes de Porto Alegre que também teve seu acampamento comemorativo no mesmo fim de semana. Abaixo o vídeo que fizemos de aniversário para o Grupo Escoteiro I Juca Pirama, de São Bernardo do Campo, SP. Um pedido via email que fizemos com o maior prazer! Sempre Alerta!


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